13 dezembro 2015

Resenha: A garota no trem

  





Autor: Paula Hawkins  
Título original: The Girl on the Train
Editora: Record
Número de páginas: 375
Classificação: 3/5





































                                                           
                                                  Sinopse

  Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas.
    Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida.
    Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos. 



    Narrado em primeira pessoa, a história se alterna entre as visões de Rachel, Anna e Megan. Anna a atual mulher do ex marido de Rachel que tem um papel importante na trama. Megan a mulher desaparecida, que conta detalhes da sua vida conjugal e Rachel nossa protagonista.
    Rachel uma jovem divorciada com sérios problemas de alcoolismo e baixa-estima. Após o termino do seu casamento, Rachel vai morar com uma amiga que lhe oferece um pequeno quarto em sua casa até conseguir se reerguer. Rachel perde o emprego quando chega a uma reunião totalmente embrigada, com vergonha da cena protagonizada, esconde esse fato de sua colega de quarto. Então resolve sair todos os dias como se fosse trabalhar, passa o dia inteiro em Londres e volta pra casa no final do dia, como se estivesse passado o dia trabalhando.
    Ela conhece cada pedra do caminho até Londres, e até um dos moradores das casas ao redor da estação, um deles chama atenção, ela descreve como o casal perfeito. Jason e Jess é o nome fictício que ela dá a esse casal.



“Jess estará sentada com os pés em cima da mesa da varanda, segurando uma taça de vinho, e Jason, em pé atrás dela, com as mãos em seus ombros. Sou capaz de imaginar o toque das mãos dele, o peso delas, tranquilizadoras, protetoras. Às vezes, me pego tentando me lembrar da última vez que tive contato físico de verdade com alguém, um abraço, um aperto de mão que seja, e sinto uma dor no coração.”



    Em uma dessas idas à Londres, ela não presencia uma cena de amor entre o casal, ela vê algo muito diferente e perturbador. Depois descobre que Jess, que na verdade se chama Megan havia desaparecido, por fim acaba se envolvendo na investigação contando a polícia o que havia visto do trem. 
    Com seu histórico de alcoolismo e apagões, ela não se torna uma testemunha confiável, ainda assim ela vive se entrometendo, acaba conhecendo o marido de Megan e se envolve ainda mais numa rede de mentiras.


   Confesso que fui com alta expectativa e acabei me decepcionando um pouco, o livro é cheio de altos e baixos e em nenhum momento achei previsível, pelo contrário.
   Achei Rachel um tanto sem noção, e muito entrometida, porém não deixa de ser uma boa leitura.

2 comentários:

  1. Olá Isa, estou lendo esse livro e parei na metade... Estou achando um pouco arrastado e preciso retomar a coragem pra ler. Parabéns pelo blog! Estou seguindo, depois se quiser faça uma visitinha no meu, vou adorar!

    Beijinhus

    http://eventualobradeficcao.blogspot.com.br/

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    1. Eu achei que fizeram muita propaganda para esse livro, aí vamos com altas expectativas e acaba em decepção. Mas valeu a experiencia.

      Obrigada pela visita..
      To seguindo seu blog... Beiju

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