08 janeiro 2016

Livro ambientado no século XIX: Época que eu gostaria de ter vivido


    Sou completamente apaixonada pelo livros ambientados no século XIX, eu até comento que nasci no século errado. Adoraria ter vivido naquela época. As roupas, os chapéus e o cavalheirismo me encantam. A única coisa que não me agrada, é que o único objetivo da matriarca era casar suas filhas. Era um costume da época, mas gostaria que as mulheres fossem mais independentes, mesmo numa época em que o machismo reinava. 
    Aquelas cenas que vemos em filmes, onde as mulheres passam o dia lendo, aprendendo bordado, ou estudando línguas, também é fascinante. Não posso afirmar que tudo que é retratado nos livros e filmes é de fato verdadeiro, mas é por essa cultura que me apaixonei. Sei que havia muita desigualdade social e racismo de toda natureza. Mas hoje em dia ainda existe, essa hipocrisia e essa pobreza de espirito não era privilegio daquela época.




    O livro que escolhi para ilustrar essa época foi O duque e eu, acho que foi um dos primeiros romance de épocas que eu li, depois não parei mais. É uma história fascinante, cheia de romantismo, onde retrata bem tudo que escrevi acima. Porém nossa heroína é uma mulher forte e decidida que não aceita ser tratada com uma simples mulher do século XIX.




Sinopse
    Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.


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